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Intenção em obter empréstimos cresce 23,7% em fevereiro

Dado é em comparação a janeiro e principal motivação são das despesas do começo do ano, segundo a Fecomercio-SP. Em relação ao ano anterior, índice teve queda de 23,3%

Por | 29/02/2016

bianca.ribeiro@mundodomarketing.com.br

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Em fevereiro, a intenção das famílias paulistanas de fazer empréstimos cresceu 23,7% em relação ao mês passado. Porém, segundo o Índice de Intenção de Financiamento da Fecomercio-SP, se comparado ao mesmo mês de 2015, houve uma retração de 23,3%. Ainda de acordo com o estudo, os compromissos assumidos pelos consumidores no início do ano, como IPVA, IPTU, material escolar, entre outros, ajudaram a aumentar a proporção de pessoas que pretendem contrair empréstimos nos três próximos meses, passando de 8,1% para 9,9%.

O índice de segurança de crédito, que mede a capacidade do consumidor de pagar dívidas, também registrou aumento de 9,4% no comparativo com janeiro e passou de 76,7 para 84 pontos. Em relação ao mesmo mês de 2015, a elevação foi de 8,7%. Entre os endividados, a alta mensal foi de 16,1%, enquanto entre os não endividados o indicador subiu 5%. No comparativo anual, o índice de segurança de crédito dos endividados caiu 9,3%. O aumento da intenção em contrair dívidas pode ser explicado pela necessidade do consumidor de complementar o orçamento doméstico.

Quanto ao meio mais utilizado para aplicações, a poupança, segundo os entrevistados, mantem-se como a preferida. Apesar de voltar a crescer após alguns meses de queda, o modelo ainda tem perdido espaço relativo para renda fixa, fato que tente a se acentuar em 2016 em razão da inflação e da taxa Selic elevadas. O percentual de entrevistados que têm como principal aplicação a poupança, passou de 67,4% em janeiro, para 70,2% em fevereiro, enquanto no mesmo período de 2015, a preferência era de 73,6%.

De acordo com a pesquisa, a tendência é que, enquanto os juros se mantiverem altos, haja migração para aplicações de renda fixa, o que reduzirá essa diferença de apostas. A opção pela renda fixa passou de 14,4% em janeiro para 18,6% em fevereiro, um crescimento de 4,2 pontos percentuais. Em fevereiro de 2015, a aplicação era a principal opção de 11,2% dos paulistanos.

A quantidade de entrevistados cuja principal aplicação é a previdência privada, por sua vez, caiu 3,3 pontos percentuais e passou de 9,3% em janeiro para 6,6% em fevereiro. Em relação ao mesmo mês de 2015, a previdência sofreu queda de 0,2%, quando atingiu 6,8%.

empréstimo, despesas, financiamento, Fecomercio

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