A Agência Boliviana de Informação (ABI) esclareceu nesta quarta-feira, dia 1º, que a expulsão da Coca-Cola do país é simbólica. A notícia foi repercutida no Brasil após o ministro de Relações Exteriores David Choquehuanca afirmar que a marca seria banida da Bolívia no dia 21 dezembro, data que marca o fim do calendário maia.
De acordo com o porta-voz do governo, o refrigerante estaria associado a infartos, derrames cerebrais, câncer e ao capitalismo. Outra declaração atribuída a Choquehuanca na mesma ocasião é sobre a falência do McDonald’s. A saída da rede de fast food, no entanto, data de 2002. A marca não conseguiu se manter nas cidades de La Paz, Cochabamba e Santa Cruz de la Sierra por desinteresse dos bolivianos e ficou apenas cinco anos no país.

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20/03/2012 | 00:09:05
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