Para começar, a Playboy não é revista de mulher pelada, apesar da foto ao lado. É uma grande marca: sexy, moderna, divertida, ágil, emocional e relevante não só para homens, mas até para mulheres. A cinquentona Playboy está mais em forma do que muita garotana de vinte e poucos anos.
Sob o comando de Christie Hefner, CEO da Playboy Enterprises, a empresa se reinventou nos últimos anos. Não ficou restrita à revista, muitas vezes objeto de desejo de muitos jovens. Foi para o entretenimento, licenciamento de produtos, TV, Internet e Celular. Hoje, a revista é que menos contribui para o faturamento da companhia.
A principal fonte de receita vem do licenciamento da marca em cassinos, entretenimento e produtos, seguido da distribuição de conteúdo na TV, na Internet e no mobile. “As marcas devem ser como parques de diversão da Disney e os produtos os brindes”, afirmou há pouco Christie Hefner durante a primeira palestra da HSM ExpoManagement 2009.
Engajamento do consumidor
O ponto de partida é o relacionamento entre a marca e o consumidor, que deve ser emocional. A marca precisa manter sua essência para, assim, se multiplicar em diversas plataformas, como a Playboy conseguiu fazer. Há mais de 20 anos o planejamento da Playboy focou na extensão da marca, partindo para novas mídias e criando conteúdo relevante para cada tipo de mídia. “É um desafio constante entender o consumidor para estar presente na vida dele”, aponta Christie.
O caminho agora são as mídias sociais. “Não é uma mídia que podemos ignorar”, ressalta a CEO da Playboy Enterprises. Para ela, as marcas devem criar um ambiente on-line que seja verdadeiro e que, mais uma vez, represente a essência da marca, que no Brasil vai completar 35 anos em 2010. O Brasil é a segunda operação da companhia no mundo, atrás dos Estados Unidos e à frente da Alemanha.
Um dos recentes sucessos da Playboy foi a criação de coleções de produtos, de moda a artigos para casa, em co-brand com estilistas e varejistas. No Brasil, a marca está na Daslu. “Tentamos engajar o consumidor com um estilo de vida próprio”, diz Christie. “A marca tem que encontrar o consumidor em todos os pontos de contato”, completa. “O caminho para crescer é olhar o consumidor e ver como a marca se insere na vida dele”, recomenda.
Postado originalmente no Blog da HSM.
Marcelo
Marketing Analisty |
N?deixou de ser um revista porn?s?iou um conceito diferenciado para fugir ao foco. Como o MC... "ambiente agrad?l"... balela.... A venda ?ela pornografia e h?uem acredite em conteudo!
Data: 01/12/2009
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