Muito se fala das redes sociais e sobre a importância da presença das empresas nelas. Mas, vamos ser realistas, quantas marcas realmente têm uma presença relevante na rede? Eu, como uma frequentadora assídua destes canais, arriscaria dizer que ainda são poucas.
A verdade é que a grande maioria ainda está preocupada em vender e não percebe que o impacto de ações em sites como Twitter, Facebook e Orkut não influencia diretamente nas vendas, mas sim no relacionamento e, consequentemente, na fidelização.
Vou dar um exemplo. No último domingo estava em casa e tuitei “Que vontade de comer um Koni”. No dia seguinte, meu e-mail avisava que a Koni Store estava me seguindo no Twitter e, nas minhas mensagens, eles perguntavam “E aí, matou a vontade de Koni?”.
Ação simples e eficiente. Mostra a importância que a marca dá ao consumidor, estreita o relacionamento e, de quebra, acaba me lembrando da vontade de comer um temaki. Mais tarde passo lá.

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Antonio Mafra
Olá Sylvia!
Trabalho como cliente e estou envolvido faz um tempo com este assunto, vou colocar minha opinião pessoal.
Creio que discussão deva evoluir um pouco. Para uma empresa com milhões de consumidores como fazer pra conversar um a um de maneira sustentável e verdadeira?
Ainda não vi ninguém fazer isso. Vejo que tudo é muito bonito e bacana, porém estamos em círculos com este assunto. Veja as principais marcas de hoje que são adoradas. Elas conversam desta maneira básica? Não sei, mas a experiência na rede mostra o que de fato temos que fazer, ou seja, entregar aquilo que prometemos aos clientes.
Um abs!
Antonio Mafra
Marketing | Porto Seguro Data: 09/02/2010
Pedro Paulo
Já aconteceu o mesmo comigo. Esse tipo de relacionamento é fantástico!
Estudante | - Data: 09/02/2010
Postado por Sylvia de Sá - 09/02/2010
Quem é a sua fã número 1? Sua mãe. Aqui não é diferente. A minha lê todo dia o Mundo do Marketing. E ela não olha apenas as minhas reportagens, mas as de todo mundo. E comenta!
Não no site, mas para mim. O último foi sobre a Do Bem. “Bruno, gostei daquela Do Bem!
Quero provar. É sem açúcar e sem conservantes. Deve ser bom. Traz para mim?”.
Minha mãe já deu seus pitacos em muitas reportagens. É cada comentário que deixa muito profissional de marketing de queixo caído. E precisa ver o que fala de alguns produtos.
Impublicável. Quando tiver algo interessante juro que conto.
Postado por Bruno Mello - 08/02/2010
Vamos tirar as moscas e a poeira deste blog. Já! Esse Mundo do Marketing não para um minuto e nós, que não somos seres de outro planeta, simplesmente não conseguimos ter a disciplina de escrever para vocês aqui. É uma falha que não se repetirá. Hoje é sexta-feira e como segunda-feira é o dia mundial de começar tudo, vamos recomeçar a atualizar este espaço todo dia na segunda-feira. Compromisso.
Postado por Bruno Mello - 05/02/2010
O que assessores de imprensa, empresários e executivos pensam sobre um veículo de comunicação na internet? Que é bagunça, paga que eu noticio, que não tem seriedade e ética? Pois informo aos desavisados que ainda não perceberam que no Mundo do Marketing a banda toca diferente.
Não é de hoje que recebemos ligações e e-mails de empresários, de executivos e de assessores de imprensa pedindo para retirarmos matérias que foram ao ar porque é uma notícia exclusiva obtida por meio de fontes confiáveis que vai contra interesses empresariais, ou porque “não era a hora de divulgar” ou ainda “porque a empresa não queria que a informação fosse noticiada”.
Já tivemos até o caso de notificação extrajudicial de um grande grupo econômico que simplesmente desconhecia o veículo, confundindo com um blog e, principalmente, indo contra a liberdade de expressão. Poderia citar alguns nomes, grandes nomes inclusive, mas o objetivo não é gerar polêmica.
O que é preciso deixar claro é que veículos de comunicação na internet devem ser tão ou mais sérios que os tradicionais de papel. E as pessoas precisam ter consciência disso. A superdistribuição da informação e a multiplicação de mídias não podem ser confundidas com falta de ética.
Somos um veículo de comunicação que cobre o setor de Marketing e que tem em seu DNA o mesmo direcionamento editorial e ético que deve ter um veículo que cobre Economia. Por que deveria ser diferente? Alguém já viu rasgar todos os jornais na hora em que são impressos? Não tem porque deletar uma notícia se ela está correta.
Postado por Bruno Mello - 14/10/2009
A guerra das marcas chegou às marcas próprias. O Walmart do Brasil lançou recentemente a sua linha “Sentir bem”, que trata-se uma copia descarada de Taeq, marca própria do grupo Pão de Açúcar. Taeq foi lançada há pouco mais de dois anos com o foco em saúde e bem-estar, mesmo posicionamento de “Sentir bem”. As embalagens de “Sentir bem”, como você pode ver abaixo, são muito semelhantes a Taeq.
Com o lançamento de “Sentir bem”, o Walmart Brasil está de olho num mercado grande. Metade dos lares brasileiros compram marcas próprias, segundo a Nielsen. E vai crescer. De acordo com a Associação Brasileira de Marcas Próprias, mercado deve crescer 15% em 2009.


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Andrea
Nada se cria, tudo se copia. Assim fica fácil né?!
publicitaria | Data: 04/10/2009
carol
a questão não e copiar, mas sim fazer este mercado ficar cada vez maior, e com mais opções para nós. Escolher, comparar e não enxer de criticas um nicho novo q poucas pessoas ainda não fazem ideia de como e se adaptar.
design | Data: 04/11/2009
Postado por Bruno Mello - 30/09/2009
Há certas coisas que não consigo acreditar. Você imagina um balcão de uma loja de sorvetes Häagen-Dazs inclinado que quando você coloca o copinho de sorvete ele cai no chão? Pois isso é real. O balcão do caixa do quiosque do Shopping Morumbi, em São Paulo, é assim. E a moça do caixa disse que é padrão, são assim em todas as lojas. Foi ela quem me avisou para tomar cuidado para o sorvete não cair.
Ok. Ali não é o lugar de pegar o sorvete. Mas foi o próprio atendente quem me serviu na hora em que estava pagando. Perguntei e me disseram que todo dia cai um sorvete ali. E muitos direto na lixeira que tem bem perto. O que eles fazem? Oferecem outro sorvete de graça. Dos males o menor, mas e o prejuízo disso?
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Luiz Andrade
Se o balcão "inclinado" a que você se refere é esse da foto, só um imbecil colocaria um pote de sorvete, ou qualquer outro objeto que não quisesse ver caído no chão, ali em cima.
| Data: 02/11/2009
Riccardo Benetti
Pense bem, vc está com moedas, carteira, cartões na mão, o ideal seria que a parte externa (borda) do balcão fosse horizontal e não inclinada, pois evitaria estes casos, ou vc tem 3 mãos Luiz?
Eu até hoje para abrir a carteira e tirar 1 cartão preciso das duas mãos.
Designer de Web | Verso e Inverso - Design, Internet e Tecnologia Data: 08/02/2010
Postado por Bruno Mello - 28/09/2009
Por um acaso do destino, a loja da Vivo no shopping que fui estava em obras na época e me restou uma autorizada. A grande falha era que não havia nenhum aparelho disponível para experimentação. Mas o atendimento foi um dos melhores. Os folhetos eram explicativos, mas só. Mostraram-me apenas números.
Coisas básicas como características, vantagens e benefícios dos planos e aparelhos passaram longe. Essa jornada mostrou como este mercado está commoditizado. É incrível como nenhum vendedor foi além dos números para vender o seu produto. Quem mais chegou perto foi a Oi, mas mesmo assim, se houvesse um daqueles testes do Immetro, nenhuma passaria no teste.
A notícia ruim para você, profissional de marketing que trabalha no mercado Telecom, é que logo logo o mercado estará para lá de saturado. Maduro. Todo mundo tem celular hoje, sim. Mas a guerra pela rentabilidade vai ganhar um dia. Quem perder, bye bye. E, do jeito que estão, vai ter muito estrangeiro sendo mandado de volta ao seu país e brasileiro tendo que mudar de mercado.
Postado por Bruno Mello - 23/09/2009
Dando continuidade à saga de um potencial cliente à procura de um novo celular e de um plano com o seu perfil, cheguei a Claro. E aí que não acreditei. Havia fila até para quem deseja se tornar cliente. Peguei a senha e como vi que iria demorar, fui ao quiosque da Nextel, da onde poderia não ter voltado. Mas voltei.
No atendimento, poucas perguntas sobre o meu perfil. O atendente dava importância apenas a faixa de minutos que tinha até então e qual celular poderia escolher. Foi rápido. Os folhetos da Claro eram impressos e explicativos. Depois o a atendente me levou até o balcão para ver o celular que ele havia sugerido e... o celular estava desligado também. Acabou a bateria... saí e fui procurar a Vivo.
No meio tempo em que fui à Nextel, realmente poderia ter me transformado num cliente da operadora, muito embora o atendimento tenha sido básico e com falta de informação sobre valores do roaming. Mas para isso eu teria que estar muito inclinado, pois o vendedor já tinha feito o favor de desligar o telefone para me atender depois que fiquei uns dois minutos na frente dele, aguardando.
Postado por Bruno Mello - 21/09/2009
Na Oi, um espanto. Loja vazia e com aspecto de sujo. Falta de iluminação e aparelhos presos atrás de uma vitrine. Um vendedor logo me abordou e me fez sentar. Também perguntou o que eu procurava. Disse mais ou menos quanto gastava em minutos por mês e ele, acredite, ofereceu um plano com menos minutos.
O vendedor não tinha crachá, mas falou o seu nome. Escreveu a lápis em uma folha de papel comum o que ele me explicava. Só conta. O plano tal é tanto, menos tanto de bônus, mais tanto em desconto, você paga isso. Se pegar o papel de novo em casa não sei o que é.
Eles não oferecem aparelho. Diz o vendedor que o foco da Oi é no serviço e que garante que eu não me arrependeria se utilizasse. Disse rapidamente que eu poderia mudar o plano a qualquer hora, sem problemas. Mostrou um aparelho que eu poderia comprar e deixou seu nome e telefone naquele papel que um camelô faria melhor.
Postado por Bruno Mello - 17/09/2009
A Tim foi a que menos pior atendeu em todos os sentidos, embora não tenha feito nenhum esforço para segurar o novo cliente. A loja é bem segmentada: na frente os aparelhos e serviços. No meio um pré-atendimento e no fundo o atendimento aos clientes. Fui ao balcão e disse que queria conhecer os planos, tarifas e aparelhos.
A pessoa me atendeu ali mesmo, no pré-atendimento. Não precisei enfrentar fila. Perguntou o que eu estava procurando. Ótimo. Mostrou os planos e detalhou bem as características e benefícios. Mas pisou na bola ao me pedir todos os documentos antes disso. Nada que estragasse o bom atendimento.
Depois, fui até os totens com os aparelhos. Ali, um problema. Ele mostrou rapidamente cada um que havia selecionado. Todos presos, o que dificultou o manuseio daqueles que estavam ligados. No final, disse apenas que era para eu voltar e procurá-lo caso tivesse interesse.
Detalhe: os planos estavam impressos numa folha de papel cortada em quatro e xerocada. Sabe aqueles panfletos toscos que distribuem na rua? Pior.
Postado por Bruno Mello - 15/09/2009