As expectativas foram grandes ao redor do Super Bowl. Uma delas foram as propagandas, já que são os 30 segundos mais caros da tv americana. Confesso que não gostei da maioria dos comerciais, alguns chegam a ser de mau gosto como o da Budweiser, que fez uma ponte humana para um caminhão passar. O da KGB tem uma pessoa que é esmagada por outra. E o da Doritos se passa dentro de um caixão, num funeral.
Mas a Audi veio para salvar a noite, no mundo onde se vive preocupado com o meio ambiente, a polícia prende qualquer um que jogue lixo na rua, use sacolas plásticas, desperdice água, use lâmpadas comuns etc. Exceto quem dirija um Audi A3 TDI, eleito o carro do ano com o “green diesel”.
Outro muito bom, envolvente e totalmente institucional foi o comercial do Google, mostrando que ele faz parte das nossas vidas.
Mas não só de comercial vive o Super Bowl. Na semana que antecedeu a grande final, o varejo se voltou para as promoções, sorteios e principalmente, para fazer doações. Várias empresas fizeram campanhas internas para arrecadar donativos de seus funcionários e assim conseguir ajudar os mais carentes. Em todos os supermercados, por exemplo, durante a semana, me perguntavam se eu queria doar algum dinheiro. E isso era muito simples de fazer. Bastava dizer sim ao caixa e o valor era incluído nas compras.
Para ver todos os comerciais clique aqui.
E para saber quais as marcas mais twittadas ontem à noite, clique aqui.
Postado por Delyse Braun - Direto dos EUA - 08/02/2010

O recall dos carros da Toyota vem sendo notícia constante em todos os jornais daqui. No último domingo, a empresa divulgou a suspensão temporária das vendas dos carros envolvidos com o problema dos pedais de aceleração (11 modelos no total). Essa atitude foi publicada em um anúncio de uma página (veja acima) em mais de 20 mercados nos EUA.
Segundo a Toyota, eles preferem parar a produção em algumas fábricas e concentrar-se em solucionar o problema do cliente. Essa atitude, sem precedentes, coloca de maneira clara o cliente em primeiro plano. Todo esse erro certamente arranhará a imagem da empresa, mas é importante analisarmos como ela vem se posicionando diante desse do problema.
[3]
Drix
Pois é, vamos analisar isso. Como a empresa se posiciona. Claramente, o cliente é o número um na linha de ganho e por que não ser também o número um na linha de "manutenção de conquistas"? Hoje em dia, ganhar um cliente é praticamente uma conquista. Mantê-lo então!!! Trabalho de Hércules. Acho digno que mais empresas tivessem o mesmo posicionamento: ops, errei, mas deixa ver agora como deixar meu cliente em um patamar confortável... Mais ou menos por aí.
Mas estou falando de Brasil, você não..rsrs. Sim, sim,...visto a camisa, mas as coisas que acontecem por aqui são tão absurdamente desastradas que dá cansaço!
Clap, clap para a Toyota!
Publicitária | Data: 04/02/2010
flavia Andrea F chaves
Não acredito que o "erro" arranhará a imagem da empresa. Ela está passando por uma crise,certamente complicada,mas há também uma oportunidade. Quantas empresas já não erraram??!! Tylenol, Wal-Mart... E sabe qual a diferença delas para as que "sucumbiram"....elas se posicionaram! Concordo com o CLAP CLAP,principalmente para a equipe de MKT e COMUNICAÇÃO da TOYOTA!!!
Consultora em COMUNICAÇÃO CORPORATIVA | Data: 05/02/2010
Luiza Shikasho
A Toyota demorou 75anos para construir uma imagem de eficiência, uma reputação de qualidade. Em 2008 atingiu a liderança mundial da indústria automobilística. E em 4 meses uma série de recalls deve custar uma perda de participação no mercado americano de 2% ou 3% em 2010.
Porém, a vacilada do CEO, que deveria ter se antecipado a esta situação, foi maior que os 6milhões de carros em recall. Em nov'09, assim que identificado o problema, as vendas e a produção deveriam ter sido suspensas.
Enfim, vir a público'pedir desculpas' não deve ser fácil, mas é uma atitude de respeito para com os clientes Toyota.
Economista | TIM Data: 07/02/2010
Postado por Delyse Braun - Direto dos EUA - 04/02/2010

ModCloth é uma empresa fundada em 2002 por um casal de namorados que, na época, tinham apenas 17 anos. Seu principal destaque atualmente é o modo com que os fundadores vêm atuando no mercado através de crowdsourcing.
Em outubro do ano passado, eles resolveram fazer uma espécie de “concurso virtual” das roupas criadas por eles, para que seus clientes pudessem votar em seus modelos favoritos. Cada amostra é colocada em votação no site por 14 dias e, após a contagem dos votos, a empresa decide se vale a pena o investimento. Se um item for escolhido, os clientes que votaram a favor receberão um e-mail quando o produto estiver disponível para venda. Há também uma seção de comentários para cada peça e uma funcionalidade que permite aos clientes enviar um link da roupa para seus amigos no Facebook e no Twitter, o que resultou em muita popularidade.
Dessa forma, a empresa atua com mais segurança naquele produto que era considerado de risco e também pode se comprometer com os fabricantes sem medo, uma vez que os os fabricantes exigem um compromisso de um pedido mínimo de peças para fabricar. A iniciativa já aumentou o tráfego no site em 25% no mês seguinte ao lançamento.
É certamente uma ótima estratégia, mas até quando isso vai durar? Será que os consumidores vão querer, para sempre, gastar seu tempo diante de um computador para sugerir idéias sem nada em troca, somente para os outros lucrarem?
[7]
Bruna Guerreiro
A estratégia parece boa, bem interessante. É um tipo de site que tem clientela fixa, pelo que percebo, então os clientes devem ter interesse em influenciar a produção. Pode dar bastante certo num negócio desse porte.
professora paga, escritora gratuita | Data: 03/02/2010
tainah fagundes
Bem, Acredito que de certo para sempre. Mesmo sem ganhar dinheiro as pessoas gostam de comentar se o produto ta bom ou ruim, e principalmente se for de uma marca que elas gostem. Quanto se cria estima pela empresa as pessoas querem ajudar, dar dicas, dessa forma é uma maneira tb do produto ter a cara do cliente, e dele tb achar que contribuiu com a sua melhora e sucesso!
Publicitária | Hangar - Centro de Convenções e Feiras da Amazônia Data: 03/02/2010
delyse
Oi Bruna, sim eles tem uma clientela regular e na grande maioria são mulheres jovens na faixa dos 20 anos que estão interessados em fashion-forward. E vamos “sucumbir”! ;)
| Data: 03/02/2010
Fernanda Guimarães
Muito boa a idéia!
Publicitária | Data: 03/02/2010
Delyse
Oi Tainah, bom saber sua opinião!
Vc tocou num ponto importante, na verdade a Bruna também, que é a identificação com a marca e o quão é importante sentir que estamos contribuindo para algo. Mas de qualquer forma, isso precisa ser reconhecido - o que a empresa acima faz muito bem.
| Data: 03/02/2010
Drix
Ótima idéia! E elas nunca se esgotam...direcionar a venda antes mesmo do produto em estoque existir, acho super interessante. Você consegue mexer, analisar e até melhorar ainda mais do que já se pode gostar por internet. Enfim, acho válido. Grande sacada!
Publicitária | Data: 03/02/2010
Delyse
Olá Drix,
E eles fazem isso mesmo, se uma sugestão pertinente for dada por muitas pessoas, eles alteram o modelo inicial antes de ir para a produção.
| Data: 03/02/2010
Postado por Delyse Braun - Direto dos EUA - 03/02/2010
Pessoal, peço desculpas por estar sumida. Além das festas de fim de ano, estive sem conexão por semanas. Acredito que todos já sabem do novo tablet da Apple, portanto não vou me prender nas características do produto, mas sim na ação que aconteceu ontem, durante o 52º Grammy Awards. Em uma ação de merchan, previamente ensaiada, o apresentador sacou de seu paletó um iPad, surpreendendo todos os presentes. Vejam no vídeo abaixo:
Postado por Delyse Braun - Direto dos EUA - 01/02/2010
No mês de novembro, se não estou enganada, falei no twitter que entrei num banheiro de um restaurante e recebi aulas de italiano via áudio. Dessa vez, em um outro banheiro na rota entre New York e Philadelphia, me surpreendo com uma maquininha de perfume. Por apenas 25 centavos de dólar, você escolhe o perfume e a máquina borrifa a essência escolhida.
Outras aqui: Publicidade alternativa em banheiros
[3]
lorenzo busato
Sempre defendi que o banheiro também é marketing, quantos de nós precisamos usá-lo em alguma loja e quando entramos encontramos: material de limpeza amontoado, objetos de funcionários pendurados, cozinha improvisada (pasmem !), falta de papel (toalha e higiênico também !!!), falta de um espelho (para mulheres e homens), dispensers de fio dental sem fio dental, dispenser de enxaguante bucal sem enxaguante e por aí vai...
Que impressão que nos passa um banheiro assim?
Parabéns pela iniciativa, que chegue até nós pelo menos o básico.
lorenzo busato
www.gruposupera.com.br
consultor e palestrante em marketing | gruposupera Data: 08/01/2010
Drix
Mas pagar? Ok, ok...não queiramos o impossível! A idéia é ótima por sinal. Em casa de família grande já seria interessante, imagine em banheiros públicos, rsrs. Na verdade, a criatividade em lugares comuns a todos deveria ser muito mais explorada pela publicidade. Sempre.
Publicitária | Data: 08/01/2010
Delyse
Oi Lorenzo e Drix, me desculpem por responder agora.
Tem gente que acredita que o banheiro não faz parte da loja, não é mesmo!? Infelizmente ainda encontro banheiros, por aqui, como o Lorenzo descreveu acima. Mas também já encontrei uns bem interessante, como o que eu já postei no twitter. Foi num restaurante italiano, o banheiro desse lugar tinha aulas de audio da língua italiana. Super educador!
E continue defendendo essa bandeira Lorenzo. E gostei da idéia em colocar na casa de família grande, Drix. ;)
Abs.
| Data: 03/02/2010
Postado por Delyse Braun - Direto dos EUA - 08/01/2010
Como de costume, não poderia deixar de mostrar algumas vitrines do finalzinho de 2009. O foco principal era chamar o cliente para loja, divulgar as promoções e descontos. A GAP por exemplo fez várias promoções relâmpago com duração de 20 minutos, ofertando descontos de até 50%.
Mas quando se fala das lojas de New York, as perspectivas são outras. As vitrines passam a ser um espetáculo à parte, cheio de charme e atitude, chamando a atenção de quem passa, mesmo que às vezes a gente não entenda nada do que ela quer dizer.
Essas são da Bergdorf Goodman seguindo uma linha estilizada e chique. Os créditos das fotos são da amiga Viviane Caetano.

Essas são da Anthropologie e as de baixo da esquerda para direita são da Gucci e Omega, respectivamente.


Postado por Delyse Braun - Direto dos EUA - 07/01/2010

Postado por Delyse Braun - Direto dos EUA - 31/12/2009
Quem acha que tratores não estão nas listas de presentes de Natal se enganou!
Essa empresa, no Texas, mostra que ele pode servir até para carregar outros presentes.

Postado por Delyse Braun - Direto dos EUA - 22/12/2009
Direto de Dallas: Papai Noel cibernético mostra seu principal esforço de venda na bandeja.

Postado por Delyse Braun - Direto dos EUA - 18/12/2009
Muitos são os exemplos de versatilidade e criatividade que se destacam no ponto-de-venda. Afinal são dezenas de marcas e muitas das vezes milhares disputando o mesmo ângulo de visão do consumidor. Com isso, para chamar a atenção desse consumidor, os produtos estão literalmente saindo da gôndola, como é o caso do produto da rede de farmácia CVS e do display da Colgate.

Postado por Delyse Braun - Direto dos EUA - 16/12/2009