| Cinemark oferece vinho no cinema... | |
| Brahma faz diversas ações na Festa ... | |
| Volkswagen dá raspadinhas premiadas... |
Pela terceira vez estamos realizando uma nova rodada de pesquisas com você, nosso leitor. Foi a partir dos retornos que tivemos no primeiro levantamento que criamos o BlogNews, por exemplo, com notícias sobre o que acontece no mercado diariamente.
Sabemos que só vamos conseguir atender às suas expectativas se ouvirmos você. Por isso, não deixe de participar. Clique aqui e responda a pesquisa que para nós é fundamental para fazer um Mundo do Marketing melhor. Conto com você. As perguntas ficam disponíveis até o dia 31/8.
A cultura da responsabilidade social está presente em diversas empresas e parece ganhar mais força a cada metro cúbico de poluição que é lançado no ar no mundo. Prova disso é que a China, prestes a realizar as Olimpíadas, desativou suas fábricas por cerca de dois meses antes da abertura oficial.
O Bradesco, que iniciou uma campanha forte sobre sustentabilidade e responsabilidade social, porém, na semana passada divulgou uma campanha que incentiva a compra de automóveis através do Leasing. Aumentar o número de carros nas cidades, pelo que sei, contribui – e muito – para a poluição do planeta. Que tal uma campanha para aumentar o número de bicicletas nas ruas, como faz a SulAmérica no Rio de Janeiro e a Porto Seguro em São Paulo? Responsabilidade Social e Ambiental é isso...

| Publicitário - . | Data: 21/8/2008 |
O repórter Thiago Terra está produzindo uma reportagem sobre o retorno de patrocínios que as marcas obtêm. Na transmissão do jogo entre Flamengo e Palmeiras nesta quarta-feira, porém, uma cena chamou atenção. Um jogador do Flamengo, patrocinado pela Nike, estava concedendo uma entrevista sem a camisa com a marca da Nike e atrás dele apareceu, com muito destaque, uma placa da Adidas, patrocinadora do Palmeiras. Quem saiu ganhando?
* Atualizado em 4/8
“Insanidade é fazer as mesmas coisas e esperar resultados diferentes”. A frase de Einstein foi citada por Fernando Diniz, Diretor de Planejamento da Y&R, em entrevista ao repórter Thiago Terra e publicada esta semana no Mundo do Marketing.
É para parar e pensar, não é?
Semana passada fui a diversas agências especializadas em Marketing, em São Paulo. Foram visitas, entrevistas, conversas... E em todas havia umas frases padrões: “acabamos de nos mudar”; “vamos nos mudar porque já não temos mais espaço”; “já estamos pensando em mudar”. E todos concordaram: o mercado vive um boom.
E está mesmo. Não só as agências visitadas desta vez, mas a grande maioria que fomos nos últimos dois anos cresceram bastante. É um ótimo sinal. A economia está aquecida, movimentando diversos mercados, e tem puxado o crescimento das agências especializadas em Serviços de Marketing.
Às vezes é difícil fazer os profissionais de Marketing falarem abertamente sobre as estratégias das empresas. Sabemos que é complicado abrir números e ações essenciais para o sucesso de uma marca e correr o risco do concorrente copiar suas idéias.
Mas (ainda bem) em muitos casos conseguimos esmiuçar o que as empresas estão fazendo em seu Marketing e a estratégia global da companhia. Foi o que aconteceu recentemente com o case da Colcci. Com pouca literatura à disposição para embasar a reportagem, a matéria fez um belo raio x das estratégias usadas, com uma grande contribuição do RP da marca. Se você não leu, vale a pena. Clique aqui.
| . - Goomark | Data: 25/7/2008 |
Em meio às dezenas de declarações que “arrancamos” de nossos entrevistados, uma chamou a minha atenção. Karol Sapiro, Diretor da Precision Marketing, disse em entrevista ao repórter Thiago Terra o seguinte: “Um bom retorno (do investimento em Marketing) é difícil quantificar. Quando trabalhei com Marketing Direto obtive retorno na ordem de 35 a 40%, considerado muito bom, porém você perdeu 60% do investimento”.
Uma reportagem da revista Época Negócio deste mês mostra uma pesquisa da Michael Page afirmando que as empresas brasileiras estão contratando cada vez mais profissionais de finanças para o cargo de CEO. Juntando dois mais dois, o profissional de Marketing deve começar a ter mais intimidade com os números e, sobretudo, trabalhar como nunca no posicionamento e na otimização dos investimentos das empresas.
Com o alto nível de conteúdo conferido nas várias palestras do III Seminário Marketing 360, realizado pelo Mundo do Marketing semana passada no Rio, pode ficar complicado escolher a mais interessante delas. Porém, como grande fã de novas tecnologias e, claro, comunicação, não posso deixar de ressaltar a proferida por Flavio Salles, sócio-diretor da Sun-MRM, sobre as mudanças que a comunicação está vivenciando em todo o mundo.
Mesmo porque o Mundo do Marketing faz parte intensamente desse novo cenário, não apenas por se tratar de um veículo de comunicação na Internet, mas também por falar de outra área pertencente a esse panorama: o Marketing.
É impressionante como a mobilidade e rapidez promovida pelo mercado mobile e on-line está permitindo não apenas pessoas se comunicarem entre si de formas cada vez mais intensas, instantâneas e em qualquer lugar, mas também aproximando empresas, instituições e governos com seus stakeholders, o que inclui os consumidores e os leitores de meios de comunicação.
Por mais que já vivenciemos essa comunicação e estejamos constantemente em contato com o mercado de Marketing e seus profissionais através das entrevistas e matérias que realizamos, é inegável que um evento como esse é uma oportunidade rara de, em apenas uma só vez, conhecer melhor todo esse cenário através de todas as palestras.
Infelizmente, por conta da correria da cobertura on-line e em tempo real do evento, não foi possível entrevistar ou simplesmente conversar com muitos dos ali presentes. Afinal, não apenas atualizamos o Blognews e as notícias para celular, como também registramos tudo o que foi discutido nas palestras. Matérias ainda disponíveis no site e que acredito que possam dar um panorama bastante interessante do que ocorreu no evento para quem não pôde comparecer.
Desde que cheguei ao Mundo do Marketing fiz diversos cases de marcas que particularmente gosto, assim como fiz outras tantas reportagens sobre empresas que não admiro. De qualquer forma, quando a história é interessante acabamos nos envolvendo um pouco mais. E isso faz toda a diferença. Não existe imparcialidade, mas sim isensão. E somos isentos. Disto não há dúvidas. Por isso, em alguns momentos, uma entrevista perde o foco estabelecido inicialmente.
Na última sexta-feira publiquei uma matéria sobre o Videolog e ao revisar antes de publicar percebemos que a matéria ficou incompleta em relação à editoria do site. Desta forma, sinto-me na obrigação de passar algumas informações não divulgadas na matéria.
Uma das estratégias do Videolog é não investir valores astronômicos em publicidade, já que um site sobrevive e cresce principalmente por causa da indicação de amigos.
Um dado curioso é o investimento da empresa em Marketing. O investimento deles é modesto e baseado principalmente em qualidade percebida dos serviços oferecidos, novas ferramentas e aplicativos. Desta forma, os sócios da companhia acreditam ser a melhor maneira para cada vez mais “viralizar” o negócio.
Como estratégia, o Videolog aposta no talento do seu usuário. De acordo com Edson Mackeenzy, CEO da empresa, é preciso buscar usuários qualificados ou colaborar para a qualificação deles e oferecer um ambiente acessível e fácil.
“O maior investimento do Videolog até hoje foi em papel e caneta”. As palavras do CEO da empresa soam como brincadeira contando que a previsão de faturamento em 2008 é de R 1,2 milhão só em publicidade.
Com investimento dividido entre novos produtos, o Videolog deve reduzir esta cota. Todo o lucro da empresa é reinvestido, segundo Ariel Alexandre, sócio do Videolog. Enquanto falava em investimento, o executivo aproveitou para citar alguns anunciantes e patrocinadores que já passaram pelo Videolog como: Banco Real, Caixa, Nescau, City Bank, Sky, Guaraná Antarctica, Paramount, Adidas, Coca-Cola, Intel, Tim, OI, entre outras marcas.
Pronto. Acho que agora sim posso partir para outro case de sucesso, porém com o devido cuidado de conduzir a reportagem de outra forma e evitar ocupar este espaço para falar o que não mostramos na original. Afinal, aqui é o espaço para divulgar curiosidades sobre a redação, certo? Ok, este texto não deixa de ser curioso de qualquer forma. Até.
| Secretária - High Performance Ltda | Data: 24/7/2008 |
Noticiamos hoje que a Nestlé não produzirá mais o Nescau tradicional. Agora só será vendido o Nescau 2.0. O produto tem mais de 50 anos no mercado e o novo foi lançado em outubro. Como consumidores, a conversa aqui foi que vamos ficar órfãos do Nescau tradicional. Lamentamos o seu fim.
| Jornalista - Eu S.A. | Data: 22/8/2008 |
| estudante - cnsd | Data: 20/8/2008 |
| Aspirante e apaixonado por MKT - Medley S/A Ind. Farmacêutica | Data: 31/7/2008 |
| CSO - Grupo HSD | Data: 2/7/2008 |
| gestor de marketing - Ghignone Distribuidora | Data: 23/6/2008 |
| Gerente de marketing - IEL IMÓVEIS | Data: 19/6/2008 |
| Publicitária - AFS | Data: 19/6/2008 |
| Publicitária - Danone | Data: 16/6/2008 |
Aqui na Redação do Mundo do Marketing nós recebemos muitas ligações todos os dias sobre releases e sugestões de nota ou pauta. Normalmente atendo e me identifico pelo nome e sobrenome – Thiago Terra.
O fato é que na maioria das vezes que entro em contato com as assessorias e me identifico, vem a pergunta: “Você é o Thiago do Terra?”. No início isto me incomodava um pouco, mas hoje dou ênfase quando falo: “Aqui é o Thiago Terra do Mundo do Marketing”. Mesmo assim, às vezes ainda acontece. Paciência.
Há poucos dias fiz uma ligação para uma assessoria a fim de pedir uma entrevista. Me identifiquei com todo o cuidado, explicando que sou do Mundo do Marketing, para evitar a confusão, mas notei que a ligação estava picotando e que a assessora estava completamente perdida. Naquele momento minha barriga já gelava. “Pronto, lá vem ela perguntando se eu sou do Terra”. Só que desta vez veio uma pergunta mais bizzarra ainda. “Thiago Terra do Fundo do Mar?”. Confesso que não conseguí segurar o riso ao perceber a associação entre Mundo do Marketing e as profundezas do oceano.
Depois de muitas gargalhadas dos dois lados da linha, voltamos ao normal e combinamos a tal entrevista. Na semana seguinte a assessora me confessou que pensou que a empresa para qual ela faz assessoria estivesse lançando um produto voltado para práticas marítimas. Nem precisa dizer que a gargalhada foi geral novamente, né?
Nosso posicionamento é muito claro no que se refere à independência editorial. Por mais que sejamos um veículo de comunicação especializado em Marketing, não cabe a nós defender posições como a da regulamentação da profissão.
Mesmo assim, indiretamente, acabamos influenciando. É muito bom ver que, em apenas dois anos, as notícias que publicamos circulam por Brasília e por meios interessados na aprovação e na rejeição do projeto de lei. O site, inclusive, foi responsável por alertar os parlamentares sobre a existência de dois projetos exatamente iguais.
Vamos continuar reportando a realidade. Este é nosso papel. Mas não queiram que levantemos bandeira. Os interessados que se mexam. E, a julgar pela movimentação, das duas uma: ou o projeto sai e vai haver uma gritaria enorme, ou vai morrer na praia. Tudo pode acontecer do jeito que as coisas estão.
O mercado de mobile web terá um novo líder
Momento crucial e misterioso
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