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Belo filme para o Fabia da Skoda, pra aumentar o apetite da semana.
Porque todo mundo quer estar ali, nessa faixa vermelha da imagem abaixo.

Só por isso. Só porque milhões de pessoas diariamente declaram nesse absurdamente simples formulário todos os seus desejos e intenções. Porque qualquer um pode comprar espaço para dizer o que quiser para as pessoas que declararem intenções relacionadas aos serviços e produtos oferecidos, o que fecha uma equação quase única de valor nesse mercado: é bom para o anunciante (que só gasta dinheiro para falar com quem declara interesse, de verdade), é bom para o usuário (que vê essa comunicação como um serviço) e é bom para o Google (que constrói um negócio bilionário baseado no fato de que as pessoas – mais do que nunca – buscam e reconhecem a relevância).
Levando a nostalgia desse post a sério, separei ainda algumas coisas que escrevi sobre esse tema no passado, quando eu estava participando da DMA de Atlanta (em 2005) e vi esse assunto passar de promessa para verdade. Esses pequenos artigos valem pra “re-reflefir” sobre o tema e analisar criticamente o quanto nada mudou de lá – quando ainda era novidade – para cá – quando se tornou uma realidade ainda negada por muitos.
Artigo 1: Será que vale a pena ler esses artigos?
Artigo 2: Uma introdução ao SEM
Artigo 3: Porque isso está ficando tão importante?
Artigo 4: Dicas para aumentar sua visibilidade no Google
| Publicitária - Goomark | Data: 7/10/2008 |
Saiu a pesquisa anual da Millward Brown (pdf aqui) com o ranking das marcas mais valiosas do mundo e o Google ta lá, novamente na primeira posição. Com um valor estimado de US$86 bilhões, a marca vale 30% mais do que o apontado no ano passado e aproximadamente 20% mais do que a GE e a Microsoft (quase empatadas em segundo e terceiro lugar). Não custa lembrar o porquê disso nesse meu post anterior, que escrevi no ano passado após a pesquisa da Interbrands.

Caríssimos, esse post serve só para fecharmos essa semana pré-feriado com muito bom humor. Parabéns para os caras do Kraak & Smaak pelo belíssimo vídeo e bom feriado procês.

Há 4 resorts nos EUA que ainda não abriram mão da proibição da prática de Snow Boarding em suas pistas. A Burton, fabricante de roupas e equipamentos para a prática desse esporte, se pronunciou de uma forma muito irreverente: criaram uma promoção em caráter de protesto, alegando inclusive que tal proibição fere a constituição federal do país. A mecânica promocional incentiva as pessoas a registrarem os momentos em que violam as leis desses 4 resorts e enviarem ao site. Para incentivar o movimento, o autor do melhor vídeo de cada resort será premiado com US$5.000 (desde que respeite algumas regras descritas no regulamento do site, como: Keep it peacefull e Don´t break the Law). Veja os filmes finalistas aqui.
No embalo do Mandamento #6 que acabei de publicar, seque um mini-documentário criado pela Crispin Porter + Bogusky para esquentar a briga entre o Burger King e o McDonnalds. Resumindo - para quem não tiver tempo para assistir - eles tiraram o Whopper do cardápio durante um dia em uma loja específica e filmaram as mais diversas e divertidas reaçoes dos clientes com câmera escondida. No segundo dia eles resolveram substituir o Whopper pelo Big Mac e criaram situações ainda mais engraçadas! Vejam que a polêmica é praticamente "dada de presente" para os consumidores discutirem e disseminarem a vontade (tem até o código embed para que as pessoas possam portar o conteúdo mais facilmente).
Polêmica é muito mais do que uma palavra que carrega risco, divergência e discórdia no seu significado. Polêmica é a arte de causar controvérsias. É um importante ingrediente para estimular disputas. É aquela perspectiva sutil e discordante que gera um debate, que cria uma diferença sobre a qual vale a pena discutir, gritar e até lutar. Dessa forma, polêmicas também atuam como um importante e necessário componente para o avanço da sociedade. São inúmeras as obras literárias que foram eternizadas, artistas que sensibilizaram toda uma geração, impensáveis teorias científicas que mudaram o mundo e até mesmo algumas religiões, que nasceram e se alastraram em um contexto de polêmica, defendendo ou refutando uma determinada tese.
Buscar insights relacionados a forma como as pessoas recebem, se envolvem e disseminam certas polêmicas sempre foi crucial para marcas, pois polêmicas geram conversas e conversas criam e sustentam marcas. O que vem acontecendo ao longo dos últimos anos – e torna essa categoria de insights ainda mais poderosa – é o crescimento acelerado e irreversível da quantidade e da penetração de plataformas digitais destinadas a estimular, documentar e alastrar essas conversas. Esses “canais sociais” e democráticos possuem intrinsecamente um enorme potencial para atuar como aceleradores de idéias, mensagens e atitudes que provocam o bom senso comum.
Como sua marca pode se beneficiar dessa força? Como você pode transformar seus consumidores em co-autores de suas causas? Um bom ponto de partida é compreender o perfil de seus consumidores mais inquietos, ávidos por questionar e ansiosos por uma causa. Lance a eles perguntas e mistérios para os quais ainda não existam respostas, discorde da opinião comum e promova disputas e desafios. Provoque um novo olhar sobre questões mal resolvidas e levante bandeiras que possam ser hasteadas pelas verdades e ideais de sua marca.
Compartilhe a sua visão e seus exemplos de idéias, campanhas, cases e projetos que estão alinhados a esse mandamento. Basta deixar suas sugestões no formulário de comentários abaixo :)
Conheça a coleção de IDÉIAS alinhadas a esse mandamento >>
Conheça o manifesto Engajar ao inves de Falar >>
Se você tiver uma viagem programada para NY até o final de maio desse ano, não deixe de passar pela exposição “Water”, que está montada desde novembro no Museu de História Natural de NY – um dos museus mais conhecidos e visitados do mundo.
Já ressaltei em outros posts (veja a exposição do Titanic aqui) a minha admiração pela qualidade das “experiências” que os americanos são capazes de criar em seus eventos e exposições. Esse caso não é nada diferente. Com um conteúdo riquíssimo, o circuito da exposição apresenta inúmeras perspectivas sobre o tema em meio a muita interatividade e muitas instalações capazes de emocionar e tocar profundamente.
Além do Museu de História Natural de NY, o Museu de Ciências de Minnesota e diversas outras entidades de todos os cantos do mundo participaram da organização do projeto.

Uma projeção em uma cortina de vapor dá as boas-vindas aos visitantes.

A importância da água para a produção mundial de alimentos: uma entre as várias perspectivas estudadas.

Tecnologia e interatividade estimulam a curiosidade dos alunos e auxiliam o trabalho dos professores.

Para levar para casa: um eco-sistema completo, auto-suficiente e cheio de vida, hermeticamente lacrado em um recipiente de vidro.
Após uma semana intensa de votação (milhares de votos computados) o YouTube divulgou os melhores entre todos os vídeos postados durante o ano passado em 12 diferentes categorias: vídeos adoráveis, vídeos criativos, vídeos de comédia, vídeos de esportes, entre outros.
Vale a pena dar uma checada para calibrar o pulso com relação ao gosto popular na Internet e até para tentar entender melhor a razão engajadora e viral por trás de alguns desses materiais.
Conheça os indicados aqui e os vencedores aqui.
O Bradesco é o banco privado que mais investe em ações de responsabilidade socioambiental no país, e o vem fazendo há mais de 50 anos. Esse fato, porém, não é percebido de maneira tão evidente pelo público em função de dois fatores: (1) o Bradesco, por julgar que antes de falar é preciso fazer, sempre foi muito reservado em respeito à divulgação de suas iniciativas na área de RSA.
Um exemplo disso é o fato de que a campanha publicitária assinada pelo Bradesco para divulgar sua atuação social se deu apenas em 2006, em função da celebração do cinqüentenário da Fundação Bradesco; e (2) porque todas as diversas iniciativas empreendidas pelo banco na área eram até então feitas de maneira pulverizada por diferentes áreas da organização, o que não gerava a devida percepção sobre a profundidade do envolvimento do Bradesco com o tema.
Diante dessa constatação, a Neogama idealizou o Banco do Planeta: um novo posicionamento dentro do Bradesco que tratará o planeta como seu cliente prioritário, o relacionamento dos clientes com o meio ambiente, e no qual as ações são as que ajudem no combate ao aquecimento global.
A criação do Banco do Planeta vem justamente dar foco e ampliar a vocação do Bradesco em empreender iniciativas que levem em conta de maneira ampla e efetiva os princípios da sustentabilidade ambiental. Como ele funciona? O Banco do Planeta é um banco dentro do próprio Bradesco, com produtos, serviços e projetos totalmente relacionados às questões de RSA, e com profissionais totalmente focados para este fim.
Sei que o tempo é escasso, mas tem algumas coisas que não podem deixar de ser vistas, analisadas, estudadas e até incorporadas no nosso dia-a-dia. Esse vídeo tem 40 minutos e detalha um montão de coisas importantes relacionadas à digitalização das nossas vidas, aos desafios advindos desse processo e as soluções que estão sendo preparadas pela Nokia para nos ajudar a suportar tudo isso em um futuro bem próximo.
Sim, realmente eles estão seguindo os passos da Apple, mas será que isso importa? Para mim tudo (re)começa com uma definição bem clara de onde se deseja chegar. Nesse quesito o tal do Anssi Vanjoki – VP de Multimídia da Nokia – foi primoroso ao tangibilizar a visão da companhia nessa apresentação.
Depois de ver o vídeo, navegue pela plataforma OVI e deixe lá os seus contatos para acompanhar o roll-out. Vamos ver como essa visão vem na prática.
Música + criança + uma produção caseira + YouTube = 2,6 milhões de views so far. O bacana da web é essa democracia toda mesmo...