Por Beth Furtado - Consumo e Inovação, do Mundo do Marketing | 18/08/2009
bfurtado@aliasite.com.br

Os últimos dez anos foram pródigos em lançamentos de produtos, serviços, formatos de varejo e serviços segmentados para nichos e grupos específicos de consumidores. Esta oferta evoluiu do marketing de massa do século passado para segmentações baseadas em aspectos sócio-demográficos (1ª e 2ª geração), atitudes e estilo de vida (3ª e 4ª geração) e estados de espírito (5ª geração).
Todas estas gerações de segmentação existem simultaneamente na atualidade, porém com forte predominância de produtos concebidos a partir de aspectos sócio-demográficos. Como forma de estimular o lançamento de produtos e conceitos de lojas ancorados nas gerações mais recentes, algumas empresas deveriam reformular suas áreas de produtos e compras, substituindo os Gestores de Categoria por Gestores de Grupos de Consumidores.
O fundamental desta mudança não é a nomenclatura de cargos, mas de senso de finalidade. As tarefas são mantidas, porém há inversão da importância das atividades. A gestão de fornecedores, compras, vendas, interfaces com processos fabris e toda a rotina dos gestores de categorias são delegadas para células táticas de seu grupo de trabalho.
Com esta mudança, o foco e a prioridade destes gestores tornam-se o entendimento e o monitoramento dos comportamentos e desejos dos consumidores sob sua responsabilidade e a transformação deste conhecimento em produtos, serviços, e canais – que será deflagrada pelas células. O princípio de toda esta reformulação é mudar por dentro para, de fato, fazer com que pessoas sejam o centro das motivações da empresa e não processos.
Paulo, não conhecia a excelência da Zappos nesta área. Vamos torcer para que este diferencial seja mantido com a compra deles pela Amazon. Grande abraço,
| | 23/08/2009
Drix, a idéia é que estas células sejam direcionadas pela contínua interação e monitoramento do mercado alvo. Hoje as estruturas de categorias e produtos possuem tantas atribuições operacionais internas que acabam tendo pouco tempo para de fato detectar o que acontece em seu mercado alvo e propocionar maior valor. Grande abraço,
| | 23/08/2009
Oi Beth, o "Brand in" seria trabalhar o relacionamento com a Marca internamente (reforçando auto-estima, assertividade e empatia) e expandir o processo de dentro para fora até chegar ao cliente. A Zappos seria a melhor referência atualmente. Grande abraço e obrigado pela qualidade de seus textos e por interagir conosco.
Administrador | Azuli Marketing | 20/08/2009
Funcional, muito! Se as células forem direcionadas em 100% acho super interessante. Ótima info Beth!
Publicitária | | 20/08/2009
Oi Paulo, não tenho esta informação. Vou pesquisar. Se você conseguir alguma informação e quiser compartilhar com a gente será ótimo. Um abraço,
| | 19/08/2009
Beth, seria este o processo de Brand in, que empresas como a Southwest e a Zappos utilizam?
Administrador | Azuli Marketing | 18/08/2009
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