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TNS research international

Balanço Geral

A premiação com o troféu Alfredo Carmo do estudo Etnografia Digital, uma pesquisa realizada pela internet para entender o comportamento das mulheres no ambiente digital, mostra uma das faces mais presentes no 4º Congresso Brasileiro de Pesquisa. A internet mexeu com a atividade, que buscou mostrar novos caminhos durante o evento com a transformação da economia, do consumidor e do cliente que compra pesquisa.

As principais discussões do evento refletiram os temas emergentes da sociedade, como o próprio comportamento digital, os novos consumidores, a sustentabilidade, as tendências e, claro, como tudo isso mexe com o mercado de pesquisa. Abaixo, você pode ver cada uma destas discussões, que também deixaram um recado para quem trabalha neste mercado: é preciso se reinventar.

Postado por Bruno Mello, Direto do 4º Congresso Brasileiro de Pesquisa. Cobertura Especial Patrocinada pela TNS Research International - 25/03/2010

Etnografia Digital ganha prêmio Alfredo Carmo

O Etnografia Digital: um estudo do comportando de usuárias de internet foi o vencedor do Prêmio Alfredo Carmo, celebrado como o mais representativo do setor. Alfredo Carmo foi um dos precursores da pesquisa no Brasil. A eleição aconteceu sem que os 19 jurados tivessem acesso aos nomes das empresas e das autoras do estudo. Leia aqui o estudo.

Na foto abaixo, Ana Helena Meirelles Reis, da MultiFocus, ao lado de Claudia Woods, da Predicta, Aurora Yasuda, da Millward Brown Brasil, e Luis Sá Lucas, Charman do 4º Congresso de Pesquisa, que passou para Jaime Troiano a responsabilidade pelo próximo evento em 2012.

Etnografia Digital ganha prêmio Alfredo Carmo

Postado por Bruno Mello, Direto do 4º Congresso Brasileiro de Pesquisa. Cobertura Especial Patrocinada pela TNS Research International - 23/03/2010

Multinacionais não entrarão em pesquisa política

As multinacionais de pesquisa, representadas pela TNS, GFK e Ipsos, não investirão em pesquisas de opinião política no Brasil. Assim como o Ibope investe em outros segmentos e sua receita com estes estudos representa apenas 5% do faturamento, as concorrentes preferem focam em segmentos que tragam maior rentabilidade e menos dor de cabeça. “Acertamos mais de mil pesquisas eleitorais, mas se erramos cinco, todo mundo cai em cima”, afirma Augusto Montenegro, Presidente do Ibope.

Multinacionais não entrarão em pesquisa política

Augusto Montenegro, do Ibope

Postado por Bruno Mello, Direto do 4º Congresso Brasileiro de Pesquisa. Cobertura Especial Patrocinada pela TNS Research International - 23/03/2010

Preço de pesquisa entra em discussão

Depois de um ano como o de 2009, em que as empresas de pesquisas tiveram que baixar os preços dos estudos para manter os clientes, 2010 sinalizará um aumento no valor cobrado. Se antes os clientes no Brasil já reclamavam, o 4º Congresso mostrou que a gritaria será maior ainda.

Para as fornecedoras, o mercado está se sofisticando e deixando de ser baseado em preço. “Entregamos valor”, ressalta Pedro Ros, CEO da TNS. “Tivemos muita pressão em 2009, baixamos os preços, e agora temos que recuperar o valor pelo que entregamos”, disse Petra Heinlein, executiva do board da GFK.

Preço de pesquisa entra em discussão

Petra Heinlein, da GFK

Postado por Bruno Mello, Direto do 4º Congresso Brasileiro de Pesquisa. Cobertura Especial Patrocinada pela TNS Research International - 23/03/2010

Multinacionais de pesquisa apostam alto no Brasil

Se o Brasil continuar crescendo como nunca antes na história deste país e chegar a quinta potência mundial, as empresas de pesquisa aproveitarão para ampliar seus negócios no país. É o que afirmam os principais executivos de algumas das maiores empresas de pesquisa do mundo, como TNS Ri, GFK e Ipsos. Para elas, o Brasil é o principal mercado na América Latina. Em 2008, o faturamento das empresas de pesquisas no país cresceu 4,5%, caiu 6% em 2009 e esperar fechar 2010 com aumento de 3%.

Um estudo da GFK que mostra a força da marca dos países indicou o Brasil em 20º lugar entre os 50 pesquisados, à frente de todas as outras nações emergentes. “O Brasil é a grande estrela da América Latina e é um país que crescerá estonteantemente”, afirma Petra Heinlein, executiva do board da GFK. “Antes não sabíamos qual seria a nossa história no Brasil, hoje sabemos que ela será muito feliz”, adiciona Carlos Harding, Charman da Ipsos LA.

A TNS Ri dá o tom da aposta das multinacionais no Brasil. Pedro Ros, CEO da TNS, quer transformar a operação brasileira em um centro de referência mundial. Aqui, a empresa passou por dois processos de fusões nos últimos dois anos e foram os mais rápidos entre os cinco que o executivo já acompanhou. O caminho agora é fazer o que o cliente deseja. “A mensagem do cliente é bem clara: eles querem ideias e insights para inovação”, aponta Ros.

Outro desafio para as empresas é o treinamento. Por isso a TNS criará uma academia para desenvolver os profissionais de pesquisa que serão demandados a trabalharem cada vez mais com projetos mundiais e em ações locais que dêem suporte às matrizes internacionais. “Temos desafios que se transformam em oportunidade e o Brasil deve liderar a América Latina”.

Para quem está no Brasil, o momento não poderia ser melhor. Augusto Montenegro, Presidente do grupo Ibope, acredita que o país está em uma posição interessante com relação ao mercado de pesquisa e crescerá ainda mais. “O Brasil está fadado a crescer e é muito bom ver essas grandes empresas mostrando confiança no país”, diz Montenegro, durante o Painel de CEO’s no Congresso da Abep.

Multinacionais de pesquisa apostam alto no Brasil

Carlos Harding, Pedro Ros e Petra Heinlein

Postado por Bruno Mello, Direto do 4º Congresso Brasileiro de Pesquisa. Cobertura Especial Patrocinada pela TNS Research International - 23/03/2010

Marketing como principal vilão da sustentabilidade

Marketing como principal vilão da sustentabilidadeO consumo sustentável não é novidade hoje e nem ontem. Em 1972, a revista Veja já publicava em sua capa imagem ilustrada da poluição do planeta. Além de pautar a publicação na época, o tema hoje foi aprofundado em pesquisa da Recherche, que aponta para a decadência do hiper-consumismo. Este é o lado bom da sustentabilidade que ainda não havia sido mostrado no 4º Congresso Brasileiro de Pesquisa, da Abep. Assim como, há mais de 40 anos, o consumo é o grande vilão das práticas sustentáveis, hoje, o consumidor é o aspecto central da discussão.

A boa notícia é que o Dia do Consumidor, comemorado no último dia 15, que até então falava sobre os direitos do consumidor, este ano abordou temas como consumir menos. Porém, o cenário é paradoxal, segundo Diva de Oliveira (foto), sócia da Recherche. “Muito se fala em sustentabilidade, mas nunca se consumiu tanto como agora. O consumidor está sem saber o que fazer a respeito disso” alerta.

As evidências de que o consumidor está mais preocupado com as questões ambientais é que a simplicidade, a reciclagem, a busca do ecológico e o conceito de que menos é mais, estão se refletindo em seus hábitos, como a preferência por artesanatos comerciais, ao invés de lojas e alimentação consciente. A pesquisa mostra o tom da nova década e o reflexo no futuro. “É crescente a preocupação com o meio ambiente e com as questões políticas. Ainda há muitas dúvidas e o consumidor culpa o Marketing pelo consumo desenfreado. Sem falar da crise de credibilidade em relação aos discursos ecológicos das empresas”, diz Diva.

Marketing como principal vilão da sustentabilidadeApesar de o consumo significar prazer, identificação e inclusão social, as pessoas estão enxergando o seu lado ruim, ou seja, a perda de controle dos gastos, dívidas e frustração. “Hoje, o consumo é quase o oitavo pecado capital”, compara Raquel de Oliveira Siqueira (foto), sócia da Recherche. Trata-se da demonização do consumo e da reverência à sustentabilidade. Para o consumidor, a solução está ligada principalmente às ações individuais e o “Ser” começa a ser mais importante do que “Ter”.

Deve-se lembrar de empresas como Walmart e Pão de Açúcar, que possuem atividades e práticas sustentáveis. Mas, apesar disso, os consumidores não as percebem. Para reverter este quadro, Raquel aconselha. “Nada de dar bronca ou fazer com que o consumidor se sinta culpado. Basta criar soluções amigáveis e que facilitem a vida deles e do planeta”, completa Raquel.

Postado por Thiago Terra, Direto do 4º Congresso Brasileiro de Pesquisa. Cobertura Especial Patrocinada pela TNS Research International - 23/03/2010

Decodificando necessidades digitais

Decodificando necessidades digitaisO avanço digital traz com ele novas necessidades. Os internautas olham a web, cada vez mais, como uma extensão de seu próprio corpo. Para entender mais sobre essas necessidades digitais, a TNS Ri desenvolveu um estudo para compreender os consumidores e auxiliar as marcas nas ações de Marketing. Foram pesquisados jovens internautas entre 16 e 35 anos, com dois tipos de abordagem: qualitativa (por meio de dois fóruns on-line) e quantitativa (com 1000 entrevistas nas principais metrópoles brasileiras).

O resultado é que os internautas estão usando a internet para diversas atividades. Para 99% dos entrevistados, a web serve para acessar e ler e-mail, enquanto 65% usam para postar comentários em blogs. Atualizar o Twitter é a principail atividade para 44% dos pesquisados. “Estas atividades estão relacionadas diretamente com diversão, informação coletividade e individualidade”, afirma Ana Sequeira (foto), Gerente de Atendimento da TNS Ri.

O estudo apontou para oito nichos digitais que apresentam muitas diferenças. Escrever em blogs remete a reconhecimento. Ler e comentar nestas plataformas é uma forma de expressão. Já as redes sociais servem, no fundo, para transpor a afirmação e a aceitação. Com relação à consulta em sites, blogs e fóruns, a pesquisa da TNS Ri aponta para segurança.

Dos internautas que participaram, 56% escrevem em blogs, 42% apenas os lêem e 52% fazem destes fontes de informações sobre produtos. Esta atividade é, para 59% da amostra, uma forma de ajudar a economizar dinheiro e, para 38%, tempo. O estudo chegou à conclusão de que o meio digital possui um legítimo boca a boca, é um espaço real para inovação. O entretenimento digital é visto por 49% dos participantes como um meio de descontração e relaxamento. Já para 31% significa gratificação instantânea.

Decodificando necessidades digitais

Postado por Thiago Terra, Direto do 4º Congresso Brasileiro de Pesquisa. Cobertura Especial Patrocinada pela TNS Research International - 23/03/2010

Emoção dita caminho da publicidade

As variações em uma linha de pastas de dente que vemos hoje nas prateleiras dos supermercados mostram bem a evolução do mercado. São tantas opções que fica difícil encontrar um ponto de diferenciação entre as marcas.

Emoção dita caminho da publicidadeSe antes a propaganda só comunicava os benefícios funcionais, hoje são as histórias que fazem sentido na vida dos consumidores que fazem a diferença. Não é novidade que, a maioria das pessoas muda de canal quando começa os comerciais. De acordo com Steven Jagger, vice presidente da MSW Research – USA, são 39 milhões de pessoas que fazem isso e o que é pior, somente 18% das pessoas que assistem ficam felizes vendo a propaganda.

Para evitar este tipo de reação, as emrpesas de pesquisas buscam ajudar as agências a obter lucro com estas peças. “Cada vez mais as propagandas terão que ser simplificadas, com ideias racionais. Queremos entender a reação das pessoas ao estimulo da emoção”, diz Jagger (foto). Segundo ele, existem três formas para atingir este objetivo. A primeira é usar imagens como a de um bebê, ou mostrar pessoas sorrindo; imagens de carros em curvas em uma estrada, onde o consumidor sente o poder do carro. Por fim, uma ilha deserta é capaz de ativar as emoções remetendo a tranqüilidade, descanso e lazer.

É raro obter respostas totalmente honestas do consumidor sobre determinado estímulo emocional. Então, como medir este emocional irracional e subconsciente? Se voltarmos 10, 20 anos e tentarmos entender o motivo de compra da época, os principais elementos eram diferenciação e relevância. Hoje, emoções é o nome do jogo.

A busca pelo que o consumidor sente ao ver uma propaganda chegou até as ondas cerebrais. Mas não para saber o que eles estão lembrando, e sem pedir para que pensem nas peças. Para isso empresas buscam tecnologias como o EEG, um sistema com 64 eletrodos que medem as ondas cerebrais. “Descobrimos que este aparelho pode medir a publicidade”, conta Jagger.

Escolhendo as celebridades
A escolha de um endorser (celebridade, estudioso, médico, enfim, qualquer pessoa que ‘endosse’ ou valide determinada opinião) é muito difícil. O uso delas na propaganda é considerada uma estratégia sempre bem sucedida. Mas, afinal, qual o modelo a seguir? Qual a personalidade ideal para representar determinado produto ou serviço? É um recurso caro e pode representar risco, vide caso Tiger Woods.

Os endorsers são avaliados sob os pilares expertise, atratividade e confiabilidade. A técnica é a da Analise de Proximidade. Uma pesquisa da IDS Marketing Intelligence selecionou 23 celebridades femininas e os entrevistados tinham que dar nota de 0 a 10 e fazer a associação de atributos de personalidade e comportamento, tendo a questão física em segundo plano.

O grupo composto por Sabrina Sato, Grazi Massafera, Ivete Sangalo e Fernanda Lima refletem mulheres apegadas às suas origens já que não abandonaram seus respectivos sotaques. Por outro lado, Angélica, Fernanda Lima e Carolina Dieckman, além de loiras, possuem filhos pequenos, o que pode ser interessante para algumas categorias específicas.

Os produtos apresentados tiveram sua nova ‘garota propaganda’. Fernanda Lima foi escolhida tanto para Ades (associação à família) como para Post it (mulher antenada, moderna e bem sucedida). Gisele Bündchen e Ana Hickmann foram indicadas para a Dell porque são trabalhadoras e high techs.

* Contribuiu para o texto Gisele Lupiani, Gerente de Comunicação da Ipsos

Postado por Thiago Terra, Direto do 4º Congresso Brasileiro de Pesquisa. Cobertura Especial Patrocinada pela TNS Research International - 23/03/2010

Consumo no pós-crise apresenta retomada

Os consumidores que diminuíram em até 50% o consumo de produtos como roupas, calçados, compras para a casa e lazer estão voltando a comprar tanto quanto antes, aponta um estudo do Ibope Inteligência. A pesquisa ainda não tem números fechados sobre a retomada no consumo, mas sabe que os brasileiros são 40% mais otimistas em relação à economia que nos países desenvolvidos e que consumirão mais produtos sustentáveis.

Mesmo na crise, a mulher que diminui as compras não deixou de investir em educação, saúde e pequenas indulgências. O Ibope também levantou o impacto psicológico da retração econômica do último ano e mostrou que 38% dos brasileiros estavam estressados, 37% sofriam de ansiedade e 27% chegou a perder o sono.

Postado por Bruno Mello, Direto do 4º Congresso Brasileiro de Pesquisa. Cobertura Especial Patrocinada pela TNS Research International - 23/03/2010

Pesquisa deve olhar para fora

Um banco trata dois clientes que têm depósitos de R$ 5 mil da mesma forma, mas um cliente tem potencial de investimento de R$ 50 mil, enquanto o outro já chegou ao seu limite. Como saber essa diferença? Fazendo pesquisa e imputando dados externos, aponta Wagner Kamakura, professor de Marketing Global da Universidade de Duke, nos Estados Unidos.

As empresas que utilizam seus bancos de dados podem até conhecer seus consumidores, mas não sabem que relacionamento este mesmo cliente tem com a concorrência. Ele pode estar gastando muito mais no concorrente. “Saber o tamanho da carteira do cliente é fundamental porque vai ajudar a aplicar ações de Marketing que ajudem a aumentar o seu valor”, afirma o brasileiro.

Esse potencial de consumo se consegue medir com pesquisas que utilizarem os dados da empresa combinados com os dados de mercado. Pode-se também utilizar um recurso bastante conhecido por quem trabalha com Marketing Direto: amostras testes. “O perfil que responder melhor a campanha é identificado e replicado”.

A propensão de compras também pode ser indicada por meio de um mapa de penetração. Este recurso mostra os remédios que são mais indicados por médicos, por exemplo, e quanto tempo cada um deles leva para prescrever uma nova droga. “Assim, você dá uma lista de prioridade para o seu departamento de vendas”, ensina o professor. “Ao invés de olhar para dentro, para o espelho, olhe para fora”, recomenda durante a primeira palestra do dia no Congresso Brasileiro de Pesquisa.

Postado por Bruno Mello, Direto do 4º Congresso Brasileiro de Pesquisa. Cobertura Especial Patrocinada pela TNS Research International - 23/03/2010

Colocando a etnografia no seu devido lugar

Colocando a etnografia no seu devido lugarPesquisa etnográfica não é igual a pesquisa qualitativa. Isso é claro, mas teve muito profissional se enganando, enganando o mercado e enganando o cliente, aponta Livia Barbosa, Doutora em Antropologia e Diretora de Pesquisa do Centro de Altos Estudos da ESPM. Pioneira em pesquisas de Marketing utilizando o método etnográfico no Brasil, a professora salientou que esta metodologia, bem como o propagado Design Thinking, não são responsáveis por provocar inovações, mas sim sintonizá-las no mundo em que serão inseridas.

Livia concorda com a tese defendida por Don Norman, professor da Northwestern University e lendário desenhista da Apple. “A antropologia e o design não têm a menor capacidade de prever o futuro porque ela trata do presente. O que a antropologia faz é mapear o campo em que o produto inovador vai aterrissar”, aponta a especialista, para quem é preciso diferenciar as bases de pesquisa etnográfica.

É preciso responder a quatro perguntas básicas. Por que observa, como participa, experimenta e dialoga? Se não responder a estas questões, também com profundidade, o método é inútil. É preciso entender os significados para além dos contextos. Muita coisa mudou com a globalização, mas há hábitos que não se alteraram. Embora o brasileiro coma cada vez mais fora de casa e recorra a fast food, o arroz com feijão ainda marca presença na mesa do brasileiro. “É assim há 500 anos”, afirma.

Só agora esta realidade está sendo percebida pelo mercado. O Mundo do Marketing entrevistou a professora Livia Barbosa há exatos três anos sobre o mesmo assunto. Leia aqui Mentiras e verdades sobre Marketing Etnográfico.

Fotos do Blog de Marco Venicio, da Master Imagem

 

Postado por Bruno Mello, Direto do 4º Congresso Brasileiro de Pesquisa. Cobertura Especial Patrocinada pela TNS Research International - 22/03/2010

Pesquisador precisa ser mais estratégico e menos técnico

Pesquisador precisa ser mais estratégico e menos técnicoO modelo de pesquisa adotado pelas empresas no Brasil e o caminho a ser seguido por elas inspirou a apresentação de Nelson Marangoni (foto), CEO do IBOPE Inteligência, no 4º Congresso Brasileiro de Pesquisa. As mudanças do mercado estão em ritmo mais intenso do que há dez anos, o que contrasta com a lentidão das empresas de pesquisa. Porém, o que ainda predomina nestas companhias é o foco em produtos e processos.

A natureza técnica dos profissionais de pesquisa é uma das mudanças mais importantes no posicionamento da atividade. Em outras palavras, é preciso ser mais ousado, flexível, criativo e, fundamentalmente, mudar o foco nos processos para o foco no cliente e nos seus negócios. Esta mudança é lenta, e os motivos são, principalmente, a não superação da auto-imagem profissional desfavorável, já que os profissionais de pesquisa são vistos como prisioneiros dos padrões técnicos, possuem relação simbiótica entre qualidade e ética e o foco excessivo no financeiro.

O estudo “Pesquisa no Brasil: Estamos mudando para a direção desejada?” mostra que para os profissionais de comunicação, entre 2004 e 2010, não houve mudança nos critérios para a escolha de uma empresa de pesquisa. As métricas avaliadas ainda são baseadas em preço; excelência na operação; foco no cliente; métodos sofisticados; expertise em Marketing; e capacidade de projetos grandes e complexos.

Porém, novos aspectos são percebidos em evolução como a integração de informações; pesquisa via internet; utilização de redes sociais; e analises de redes sociais. “Atualmenbte temos que entregar conhecimento aos clientes. Poucos estão atendendo este quesito, mas isto já é uma evolução, mesmo que ainda estejamos longe do ideal”, afirma Marangoni.

A pesquisa mostra que os clientes vão continuar investindo em pesquisa, mantendo o mesmo valor ou até aumentando a verba. Para Marangoni este é um alerta para o perigo da falsa impressão de que está tudo bem. “Mesmo assim, precisamos fazer diferente. Já mudamos um pouco, mas os nossos clientes continuam querendo uma maior contribuição das empresas de pesquisa”, conclui o CEO do IBOPE Inteligência.

Postado por Thiago Terra, Direto do 4º Congresso Brasileiro de Pesquisa. Cobertura Especial Patrocinada pela TNS Research International - 22/03/2010

Se tudo é tendência, o que é tendência?

Se tudo é tendência, o que é tendência?As tendências estão por toda a parte, aponta Luli Radfahrer. Ao ponto da própria tendência ter virado tendência e acabar perdendo o seu significado. O que era tendência ontem virou “terceira idade” hoje.  “Qualquer Zé Mané diz que trabalha com tendência”, afirmou o PHD em Comunicação Digital e Professor da ECA/USP. Neste cenário, quem trabalha com pesquisa precisa ter uma nova leitura da realidade, que, para Radfahrer, não é nem pós-moderna nem líquida, mas uma coisa que ninguém sabe o que é.

A própria internet ainda não é uma tendência. “A internet tem muito do mesmo e muito pouco de novo”, aponta durante apresentação no 4° Congresso Brasileiro de Pesquisa. “A onda da tsunami da internet ainda não está nem começo”. Para Radfahrer, o grande problema das pesquisas de hoje é que elas são reativas, mostram o que já aconteceu e não consegue medir o que ainda está por vir.

Por isso, as empresas devem entender as tendências para influenciar conceitos, projetos, produtos, serviços, experiências e marcas. O que se torna ainda mais difícil num mundo com muita informação, muitas métricas que não se falam entre sim e onde há mais e mais tendências, como os games, que estão virando forma de interação social entre crianças e adolescentes, e não uma forma de competição como no passado.

Postado por Bruno Mello, Direto do 4º Congresso Brasileiro de Pesquisa. Cobertura Especial Patrocinada pela TNS Research International - 22/03/2010

O papel da internet na construção de marca

A palestra de Valkiria Garré, Diretora Executiva da Millward Brown do Brasil, teve como foco o mundo digital e como ele pode ser usado na construção de marcas. Nela, Valkiria aponta para três aspectos principais: olhar o consumidor sobre o ponto de vista das marcas, da propaganda e dos meios. Se comparado ao consumidor off-line - ou não digital, a pesquisa mostra que no meio digital, eles percebem mais vantagens e se envolvem mais com as marcas.

Não precisa se esforçar para perceber que a tendência é de que em países com maior penetração da internet, os consumidores são mais bem informados e conhecem mais sobre as marcas. “É o que chamamos de círculo virtuoso do branding, onde consumidores digitais são mais jovens, mais bem informados, pesquisam mais e compram mais pela web. O conhecimento sobre marcas os tornam influenciadores de outras pessoas. Por isso, vale a pena investir neste consumidor”, afirma Valkiria.

No Brasil, a tecnologia tem maior procura pelos internautas, seguido por carros, roupas e restaurantes. Porém, o internauta pode ser dividido em dois targets: adolescente e adultos. Os adolescentes estão buscando jogos, redes sociais, músicas, vídeos e mensagens. Já os adultos estão em busca de notícias, basicamente. A pesquisa feita pela Millward Brown do Brasil aponta para um relacionamento entre adolescentes e marcas baseado em roupa, tênis e tecnologia. “Apesar de extremamente ativo na web, o jovem tem dificuldade de falar de propaganda na internet. Tanto positiva quanto negativamente”, diz Valkiria.

É inegável que a TV é parte do mundo do jovem, porém, sem a internet eles se sentiriam longe dos amigos, dos jogos, das informações de fácil acesso, e desatualizados. Assistir a telinha está diretamente ligado à propaganda para os adolescentes. Assim como os mais jovens, os adultos também procuram marcas na web após verem uma propaganda na TV. Como a Coca-Cola, por exemplo.

O estudo mostra que 13% dos internautas descobriram a marca de refrigerantes na internet por meio da TV. Outro dado interessante é de que, tanto adultos quanto jovens, pesquisam preços na web e compram na loja por motivos de segurança. Visto isto, será cada vez mais comum ver anunciantes levando para a web o conteúdo gerado para a TV. O Axe Chocolate, por exemplo, criou banners divertidos na web que depois foram para a mídia tradicional. Sem falar do Homem-chocolate que virou personagem de um game on-line. “Chamar a atenção de adolescentes na web não é fácil”, completa Valkiria (foto).

O papel da internet na construção de marca

Postado por Thiago Terra, Direto do 4º Congresso Brasileiro de Pesquisa. Cobertura Especial Patrocinada pela TNS Research International - 22/03/2010

Pesquisa pela internet funciona, é mais barato e mais rápido

Avaliar comunicação e fazer pré-teste de campanhas pela internet dá o mesmo resultado que presencialmente, é 50% mais rápido e até 20% mais barato, aponta a GFK Brasil. Um estudo feito para a marca Elsève serviu de caso de sucesso para mostrar que o formato de pesquisa deve e precisa evoluir, assim como a comunicação e o consumidor mudaram nos últimos anos.

Alguns mitos caíram por terra. Da mesma forma que no ambiente tradicional, a pesquisa pela internet está sujeita aos mesmos vieses que a tradicional. Apesar do perfil dos respondentes na web ser mais jovem e com maior poder de consumo, pode-se segmentar a base amostral, tamanho e o acesso ao consumidor on-line hoje. E a riqueza das respostas, é boa? “Não é porque está on-line que terá uma resposta pobre. É possível ter um material de qualidade pela internet”, aponta Cristina Jensen, da GFK.

Postado por Bruno Mello, Direto do 4º Congresso Brasileiro de Pesquisa. Cobertura Especial Patrocinada pela TNS Research International - 22/03/2010

Qual é a relação dos brasileiros com a sustentabilidade?

Qual é a relação dos brasileiros com a sustentabilidade?O 4º Congresso Brasileiro de Pesquisa da Abep apresentou um estudo da TNS Ri sobre a mudança de hábitos sustentáveis de empresários brasileiros. A preocupação com a sustentabilidade está em voga. Porém, 8% dos brasileiros nunca ouviram falar sobre o tema, principalmente entre as classes ABC, em sua maioria mulheres de classes mais baixas e com idade mais avançada. De acordo com o estudo apresentado por Elizabeth Salmeirão (foto), Diretora de varejo da TNS, os aspectos mais preocupantes são o aquecimento global, a falta d’água e a poluição da mesma.

Mas a preocupação dos consumidores não condiz com o envolvimento deles com a causa. Da população brasileira pesquisada, apenas 4% estão engajados, 51% são considerados envolvidos com o tema e 45% estão ausentes quanto a práticas sustentáveis. Dos engajados, a maioria deles se encontra em São Paulo e Porto Alegre. No Rio de Janeiro e em Salvador, encontram-se os consumidores mais ausentes com relação à causa verde. A pesquisa aponta que o maior número de consumidores engajados são do sexo feminino e 80% do total tem idade entre 45 e 60 anos.

Dos consumidores envolvidos com a causa verde, as práticas sustentáveis não fazem parte do dia a dia. "Na maioria dos casos, estes consumidores estão mais mobilizados pela economia em seu bolso do que pela conscientização", diz Elizabeth. Já os ausentes estão em um processo embrionário de conscientização e, por isso, a melhor maneira é usar estratégias a longo prazo. Dentre os motivos que os fariam estar mais conscientes sobre a sustentabilidade, a informação e a educação, para a maioria, é um papel do Governo.

Com relação à compra de produtos verdes, 14% sempre buscam estes produtos, 62% às vezes, enquanto 24% nunca se preocupam em adquirí-los. A pesquisa perguntou o motivo que os fazem não escolher produtos sustentáveis. Para 52% dos consumidores que nunca compraram estes produtos, é dificil encontrar nas prateleiras. Outros 45% nunca os viram e 36% vêem o preço mais alto como desculpa.

Entre os conceitos criados para que o consumidor opte por produtos verdes, a recompensa está em primeiro lugar, seguida por educação, comunidade, mapa de sustentabilidae (onde encontro e como fazer), comunicação de choque (agressividade para mobilizar) e depoimentos na TV de pessoas que fazem e trabalham com a sustentabilidade. "Recompensa é a melhor maneira de mobilizar as pessoas neste sentido. Apesar da preocupação crescente, parte da população está num estágio embrionário da 'revolução verde'. A principal barreira é a miopia dos consumidores", afirma Elizabeth.

Postado por Thiago Terra, Direto do 4º Congresso Brasileiro de Pesquisa. Cobertura Especial Patrocinada pela TNS Research International - 22/03/2010

Web muda o comportamento das crianças

As crianças brasileiras, de 4 a 12 anos, são as que mais acessam a internet no mundo, segundo pesquisa realizada pela Millward Brown Brasil em 12 países. Aqui, elas passam 13 horas conectadas principalmente jogando on-line. Ainda assim, a televisão continua sendo o principal canal de formação de marca para elas, com 42% contra 11% da internet. Com a web, as crianças se tornam multiplataforma e superconectadas. O desafio das marcas é chamar atenção delas com uma experiência divertida.

O estudo brasileiro envolveu oito grupos de discussão, formados por mães e crianças das classes ABC.  Hoje, o brinquedo divide espaço com a internet e o celular. O diário virou blog e não são mais os pais que escolhem o que as crianças compram, mas elas próprias. Assim como a TV, todos querem ter o seu computador no quarto, o que na classe C é aspiracional. Quando o assunto é rede social, os pré-adolescentes são a maioria por a utilizarem como convívio.

Postado por Bruno Mello, Direto do 4º Congresso Brasileiro de Pesquisa. Cobertura Especial Patrocinada pela TNS Research International - 22/03/2010

Etnografia Digital: pesquisa mostra o comportamento da mulher na web

Etnografia Digital: pesquisa mostra o comportamento da mulher na webAs mulheres da classe C que acessam a internet ganham uma nova vida digital. É o que indica a pesquisa desenvolvida pela Predica e pela Multifocus com mulheres, donas-de-casa, de 25 a 49 anos, de São Paulo. Quarenta por cento delas passam mais de duas horas conectadas por dia, sendo que 83% acessa a rede todo os dias, principalmente a tarde. O estudo mostra os hábitos de navegação e indicam a preferência por sites de relacionamento (44%), informação (38%), entretenimento (10%), compra on-line (6%) e serviços (2%).

Durante 11 dias de levantamento, o estudo apresentado por Claudia Woods (foto), diretora de inteligência e Marketing da Predicta, registrou 94.250 acessos e 2.700 links diferentes. A internet reflete uma mudança de hábito das mulheres. Trinta e três por cento delas a utilizam como passatempo melhor que a televisão, 78% se sentem mais globalizadas, 15% chegou a se dizer mais inteligente e 26% se sentem seguras em comprar on-line. Elas ainda participam de redes sociais (94%), acessando principalmente o Orkut.

Estas mulheres também vão ao banco virtualmente (23%) e acabam migrando seus hábitos de consumo para o ambiente on-line, principalmente com relação a mídia, pois 66% delas estão lendo menos jornais, 61% assistem menos a TV e 54% ouvem menos o rádio. Na hora de comparar preço, mais de metade (60%) afirmou que não gasta mais sola de sapato indo às lojas, fazendo a comparação on-line.

Para as empresas anunciantes na web, duas ótimas notícias: 55% lembram de propagandas on-line e 32% delas já participaram de promoções pela internet. Na hora de comprar, 63% buscam informação de produtos nos sites das empresas e 12% publicam suas opiniões sobre uma marca em fóruns e comunidades.

 

Postado por Bruno Mello, Direto do 4º Congresso Brasileiro de Pesquisa. Cobertura Especial Patrocinada pela TNS Research International - 22/03/2010

Fototica: marca precisa ser convidada a entrar na vida do consumidor

A palestra de Jesús Caldeiro, vice presidente de Práticas e Atendimento ao Cliente da Synovate Brasil, empresa de pesquisa de mercado, mostrou que o comportamento humano está se tornando mais complexo por conta das diferenças entre produtos e serviços, cada vez menores e evidentes. A apresentação se baseou no reposicionamento da marca de óculos. Partindo do princípio de que as pessoas são investigadores ativos e buscam aperfeiçoar suas vidas, as marcas de hoje devem mostrar relevância para as soluções desenvolvidas. "O consumidor está no controle e, assim, a marca precisa ser convidada para entrar na sua vida", diz Caldeiro (foto). Desta forma, ela ganha significado emocional e desenvolve um vínculo ainda mais forte.

O reposicionamento da Fototica foi baseado no modelo Censydiam, que mapeia as estratégias que dirigem o comportamento humano de consumo com as motivações mais profundas. Do foco nos produtos ao foco nas pessoas, o objetivo da marca é alcançar o coração do consumisdor. O modelo adotado pela Fototica associa a condição de liberdade ao prazer; controle; o "Eu" ao poder; e os "outros" ao pertencer. Nestas repartições conceituais, Cladeiro avalia a união de poder e prazer em vitalidade. Assim como poder e controle geram o reconhecimento.

Já o prazer junto ao pertencer, passa a ideia de compartilhamento. Por fim, o controle unido ao pertencer, é igual à segurança. "As marcas são como uma ponte entre as necessidades e a satisfação do consumidor. Os óculos foram criados para corrigir a visão. Hoje têm também um papel emocional para o consumidor: serem vistos e notados ou se esconderem", completa.

Fototica: reposicionamento à base do modelo Censydiam

* Atualizado em 29/03/2010

Postado por Thiago Terra, Direto do 4º Congresso Brasileiro de Pesquisa. Cobertura Especial Patrocinada pela TNS Research International - 22/03/2010

Censo 2010: preenchimento via web é a novidade

O planejamento do Censo demográfico de 2010 foi tema da palestra de Wasmalia Bitar, diretora de pesquisa do IBGE. A pesquisa, que começa a ser coletada em agosto deste ano, será feita com a ajuda de 220 mil computadores de mão (PDA) e também será possível, pela primeira vez, o preenchimento do formulário via internet. Com 23 mil supervisores e 200 mil recenseadores, a pesquisa do IBGE mostrará, entre outras informações, a preservação e as ocupações em terras indígenas, que serão obtidas por um satélite japonês que fornece imagens orbitais.

Além disso, o estudo apontará o aglomerado subnormal (favelas e áreas carentes) e uma pré-coleta de informações feitas por 23 mil recenseadores que percorrerão áreas urbanas para registrar endereços residenciais ou não, assim como pavimentação, rampa para cadeirantes, sistema de esgotamento e lixo a céu aberto. “É um retrato da estrutura urbana do país”, diz Wasmalia (foto). Nos sete milhões de domicílios que serão pesquisados, o Censo 2010 mostrará características de habitação, saneamento, serviços públicos e fração amostral.

Fototica: reposicionamento à base do modelo Censydiam

Postado por Thiago Terra, Direto do 4º Congresso Brasileiro de Pesquisa. Cobertura Especial Patrocinada pela TNS Research International - 22/03/2010

Congresso começa sob polêmica

Congresso começa sob polêmicaWaldyr Pilli (foto), Presidente da Abep, criou um grande burburinho na plateia do 4º Congresso ao falar que a Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa trabalha num Projeto de Lei que impede a publicação de pesquisas eleitorais 15 dias antes de eleições e, o principal, não publicar nem divulgar pesquisas de intenção de voto com margem de erro superior a 1%. “Queremos aumentar a qualidade da pesquisa e proteger a sociedade”, disse Waldyr Pilli.

 

Postado por Bruno Mello, Direto do 4º Congresso Brasileiro de Pesquisa. Cobertura Especial Patrocinada pela TNS Research International - 22/03/2010

Informação para navegar no mar de incertezas

O 4º Congresso Brasileiro de Pesquisa está aberto. Na apresentação do evento, destaque para as abordagens como o rumo que a pesquisa deverá tomar com os dias de hoje, a existência de mais de um caminho a seguir e a transformação cada vez mais rápida e constante da informação. Além disso, o Congresso aponta esta como ferramenta imprescindível para a navegação no mar de incertezas dos dias de hoje. Com as milhões de fontes existentes, a tecnologia transformou o mundo atual e isto será acompanhado de perto por nós do Mundo do Marketing.

Informação para navegar no mar de incertezas

 

Postado por Thiago Terra, Direto do 4º Congresso Brasileiro de Pesquisa. Cobertura Especial Patrocinada pela TNS Research International - 22/03/2010

Começa a movimentação no 4º Congresso Brasileiro de Pesquisa

Em instantes começa o 4º Congresso Brasileiro de Pesquisa de Mercado. Já estamos aqui para levar a você todas as informações sobre os estudos e discussões apresentadas. São esperadas 800 pessoas para os dois dias de evento, hoje e amanhã no Espaço Villa Noah, em São Paulo. Abaixo, a movimentação dos congressistas nesta manhã.

Começa a movimentação no 4º Ebep

Postado por Bruno Mello, Direto do 4º Congresso Brasileiro de Pesquisa. Cobertura Especial Patrocinada pela TNS Research International - 22/03/2010

Necessidades digitais é tema de palestra da TNS Ri

A TNS Research International marca presença no Congresso Brasileiro de Pesquisa com outra palestra. Com o tema "Decodificando as Necessidades Digitais", o estudo mostrará no dia 23 de março, às 11h30, como identificar e compreender as necessidades dos consumidores no universo digital, o desafios das marcas no cenário de democratização do acesso ao mundo digital.

Além disso, a palestra apresentada por Lucas Pestalozzi, Diretor de Atendimento; Ana Sequeira, Gerente de Atendimento; e Lilian Matias, Diretora da Head Qualitativa, abordará as necessidades dos consumidores no mundo digital e até que ponto as campanhas digitais atingem o que os consumidores realmente desejam. Esta pesquisa qualitativa foi feita no ambiente on line em um total de mil entrevistas nas principais Rio de Janeiro, São Paulo, Recife, Curitiba e Porto Alegre, com indivíduos entre de 16 e 30 anos.

 

Postado por Thiago Terra, Direto do 4º Congresso Brasileiro de Pesquisa. Cobertura Especial Patrocinada pela TNS Research International - 19/03/2010

Sustentabilidade será debatida em congresso da Abep

O 4° Congresso Brasileiro de Pesquisa, realizado pela Abep, terá a apresentação do estudo “Os Consumidores Amarelos estão fazendo os Empresários Verdes Amarelarem?”. Este estudo teve como objetivo identificar oportunidades para novos conceitos de sustentabilidade, investigar questões como o estágio de maturação dos consumidores em relação ao tema, mobilizadores e barreiras na transformação da intenção em ação, desenvolvimento de conceitos de produtos/serviços que possam impulsionar a adesão dos consumidores às práticas verdes no seu dia a dia, e a receptividade e o índice de oportunidade desses conceitos.

A pesquisa da TNS Research International se dividiu em duas etapas de investigação: Sessão de Geração de Ideias e desenvolvimento de conceitos e Avaliação quantitativa. A apresentação do material será feita no dia 22 de março, às 11h55, por Elizabeth Salmeirão, Diretora de Contas de Varejo; Karina Milaré (foto), Diretora de Atendimento; Lilian Matias, Diretora Qualitativa; Kelly Hashizume, Gerente de Atendimento; e Bianca Guzzi, Analista de pesquisa, todas da TNS. Foram abordados 900 casos em São Paulo (300), Rio de Janeiro (200), Porto Alegre (200) e Salvador (200), por meio da internet. A amostra consiste em indivíduos de classe ABC, entre 21 e 55 anos.

 

Postado por Thiago Terra, Direto do 4º Congresso Brasileiro de Pesquisa. Cobertura Especial Patrocinada pela TNS Research International - 19/03/2010

Cobertura Especial

Estaremos no 4º Congresso Brasileiro de Pesquisa de Mercado, em tempo integral, nos dias 22 e 23 de março, e vamos trazer tudo que for falado lá aqui para você. Serão 10 keynote speakers de renomes nacionais e internacionais e dezenas de apresentações paralelas igualmente interessantes sobre Neurociência, Data Mining e Etnografia, entre outros. Veja a programação completa aqui e não perca nenhum detalhe desta cobertura especial.

 

Postado por Bruno Mello, Direto do 4º Congresso Brasileiro de Pesquisa. Cobertura Especial Patrocinada pela TNS Research International - 19/03/2010


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