Super Bowl não é só comercial
As expectativas foram grandes ao redor do Super Bowl. Uma delas foram as propagandas, já que são os 30 segundos mais caros da tv americana. Confesso que não gostei da maioria dos comerciais, alguns chegam a ser de mau gosto como o da Budweiser, que fez uma ponte humana para um caminhão passar. O da KGB tem uma pessoa que é esmagada por outra. E o da Doritos se passa dentro de um caixão, num funeral. Mas a Audi veio para salvar a noite, no mundo onde se vive preocupado com o meio ambiente, a polícia prende qualquer um que jogue lixo na rua, use sacolas plásticas, desperdice água, use lâmpadas comuns etc. Exceto quem dirija um Audi A3 TDI, eleito o carro do ano com o “green diesel”. Outro muito bom, envolvente e totalmente institucional foi o comercial do Google, mostrando que ele faz parte das nossas vidas. Mas não só de comercial vive o Super Bowl. Na semana que antecedeu a grande final, o varejo se voltou para as promoções, sorteios e principalmente, para fazer doações. Várias empresas fizeram campanhas internas para arrecadar donativos de seus funcionários e assim conseguir ajudar os mais carentes. Em todos os supermercados, por exemplo, durante a semana, me perguntavam se eu queria doar algum dinheiro. E isso era muito simples de fazer. Bastava dizer sim ao caixa e o valor era incluído nas compras. Para ver todos os comerciais clique aqui. E para saber quais as marcas mais twittadas ontem à noite, clique aqui.
Postado por Delyse Braun - Direto dos EUA - 08/02/2010

Indicar
Imprimir
Comentar
Google Bookmark
Facebook
Twitter

