Agricultura Urbana
Do começo tímido em vasinhos improvisados, a cultura do verde foi ganhando espaço, novos locais nas residências, novos usos em edificações comerciais e hoje temos de fato uma versão urbana do campo nas cidades, uma verdadeira agricultura urbana. Há um conjunto de necessidades que pedem expressão por meio de hortas, jardins e florestinhas cultivadas em varandas, coberturas, terraços e fachadas. Em alguns casos são gourmets ou naturalistas em busca de temperos e verduras frescas. Simples assim. Ou saudosos da infância vivida em um jardim que é resgatada em uma varanda cultivada. Há também a forte adesão ao Feng Shui e à busca por espaços naturais, calmantes e inspiradores para funcionários e clientes. Os setores e marcas que aderiram são muito variados e incluem o Aeroporto de Zurich, a nova C&A inaugurada no final do ano em Porto Alegre, o restaurante Kaa em São Paulo, o Edifício Consorcio em Santiago no Chile e a sua vizinha. A necessidade veio para ficar e encontra explicação nos significados da cor verde que transmitem: frescor, vigor, crescimento, equilíbrio, serenidade, esperança, segurança e harmonia. O kit básico de sentimentos para sobrevivência em tempos extremos.
Como resultado de uma mistura de necessidades e influências há alguns anos começaram a proliferar, nos grandes centros ao redor do mundo, as pequenas culturas de verduras, temperos, ervas, árvores frutíferas e jardins em lugares inusitados.
Em outros são empresas que aderiram à causa verde e optam por telhados e fechadas verdes para controlar temperaturas e reduzir custos de energia.
Postado por Beth Furtado - Consumo e Inovação - 03/02/2010

Indicar
Imprimir
Comentar
Google Bookmark
Facebook
Twitter


