Jonas
A partir do momento,que elementos da mídia
de grandes agências,pararem de "se achar",
retornarem e-mails e recados,"descerem um
pouco do pedestal",deixarem de ser leniente
reclamações não vão existir mais,porque fo
carão mais em seus clientes,e,não "criarão"
anúncios "para si próprios".E,a, partir dos
"homens e mulheres" de Mkt,deixarem de se
"esconderem" atrás de e-mails e "estarem"
"sempre em reunião",o mercado publicitário
será uma BELEZA!
Empresário em Mkt e Publicidade | Mídia Impressa Data: 07/12/2009
Daniel C.
Difícil analisar as causas dessas empresas estarem aí...me refiro às causas mais profundas, não às aparentes e às óbvias.
Mas, em linhas gerais, claro, estratégia de relacionamento, baixo foco em treinamento da equipe de atendimento (ou falta de estrutura de RH)...além do erro absoluto das empresas que praticam táticas hiper-agressivas de retenção de cliente, como acontece bastante com as empresas de celulares, por exemplo.
Enfim, há diversos motivos e "micro-motivos" para essas empresas estarem onde estão, e dificilmente haverá empresa perfeita, que agrade a todos os tipos de clientes. Mesmo as empresa que se esforçam para darem o melhor de si ainda podem acabar dando de cara com um cliente encrenqueiro que só quer falar mal da empresa por falta do que fazer (isso é de menor incidência, claro, mas precisa ser levado em consideração tbm.)
Bom, mas um caso que cito, por exemplo, é o do Itaú. (In)Felizmente, sou cliente desse banco. Confesso não estar totalmente inteirado nos benchmarking desse mercado (taxas, juros, etc.) para julgar o Itaú nesse quesito, mas o marketing ativo deles beira quase ao "terrorismo" e/ou (me falta agora a palavra) a tentativa de ludibriar os clientes que já tem. Não consigo contar as inúmeras ligações que recebo desse banco tentando vender mais "produtos", com um estilo de abordagem "enganador", onde durante vários minutos ficam falando com vc, tentando te fazer pensar que ganhou algo, foi sorteado, etc., e no fim, quase sem vc perceber, dizem que há um custo para o cliente.
Minha esposa, por ex., correntista de outro banco, começou a receber dezenas de ligações do Itaú, que teima em oferecer um cartão de crédito (ou débito, não me recordo), mesmo ela já tendo dito diversas vezes que não quer o "maldito" cartão.
Acho essa prática recriminável, agressiva demais, invasiva demais, e formulada por marketeiros e equipes de vendas pouco competentes, que não prestaram atenção direito nas aulas onde se dizia "vender mais para o mesmo", retendo apenas essa frase em suas mentes, e nada mais!
Enfim, essa é minha "breve" e pouco aprofundada opinião!
Consultor de Marketing | Data: 23/12/2009